Meta Descrição: Homem de 54 anos foi preso em Muaná acusado de estupro de vulnerável contra a neta de sua companheira, de apenas 4 anos. A mãe da criança percebeu os sinais e denunciou.
A Investigação e os Sinais de Alerta
A prisão foi resultado de uma investigação conduzida pelo
delegado Felipe Mendonça, titular da Delegacia de Muaná. O caso chegou ao
conhecimento das autoridades após a mãe da vítima perceber mudanças
comportamentais e físicos na criança.
Segundo o delegado, a mãe notou:
Assaduras nas partes íntimas e toques constantes na região
genital.
Uso de expressões e palavras de conotação sexual inadequadas
para a idade.
Presença de uma substância semelhante a óleo na urina da
criança (o suspeito era mecânico).
Ao desconfiar do companheiro da avó da menina, que era
"avô por afinidade", a mãe procurou a Sala Lilás (espaço de
acolhimento especializado) para denunciar.
Escuta Especializada Confirma Abusos
Após a denúncia, a criança passou por exames sexológicos e
por uma escuta especializada. Durante o procedimento, a vítima confirmou que o
acusado a tocava reiteradamente em todo o corpo, inclusive nas partes íntimas.
Os abusos ocorriam quando a menina ia passar o dia na casa da avó.
Com as provas reunidas, a Polícia Civil solicitou a prisão
preventiva, argumentando que a criança continuava em risco, pois o agressor
estava inserido no seio familiar. O pedido foi aceito prontamente pelo
Ministério Público e pela Vara Única de Muaná.
Resposta Rápida das Autoridades
A prisão do acusado, que responderá por estupro de
vulnerável em continuidade delitiva, ocorre em um momento simbólico para a
cidade. Muaná sediava um evento do Ministério Público sobre a rede de proteção
e combate à violência sexual quando a operação foi deflagrada.
"Essa prisão demonstra que, além de todo esse aparato teórico, os órgãos estão unidos para punir, prender e fazer com que a justiça seja feita, sem que haja o sentimento de impunidade", afirmou o delegado Felipe Mendonça.
As autoridades reforçam a importância de pais e responsáveis estarem atentos aos sinais dados pelas crianças, como fez a mãe neste caso, permitindo romper o ciclo de violência.
Fonte: Baseado na reportagem do canal Marlon TV
